Pela justiça de todos: Liberte a Mulher Maravilha que há em você!

 

Eu sou Diana de Themyscira, filha de Hipólita. E sua ira sob esse mundo chegou ao fim.

(Mulher Maravilha – 2017)

Diana Price, filha de Hipólita e Zeus, – deus do céu na mitologia grega – originária de Themyscira,  – a ilha paraíso –  é uma das personagens mais icônicas do mundo heroico, tendo em vista que é uma mulher que luta ao lado de consagrados heróis masculinos como Batman e Superman na Liga da Justiça

Em 2017 a personagem ganhou grande visibilidade, logo conquistando ainda mais o público, através da aclamada interpretação de Gal Gadot. Mais do que uma heroína, a Mulher Maravilha é a expressão feminina atemporal, trazendo à luz a face guerreira do universo feminino. 

Há quem veja a Mulher Maravilha como a Girl Power, entretanto esta personagem é mais do que “um rostinho bonito no cinema”. Em seu primeiro filme solo pela DC Comics, é possível notar que Diana transitou plenamente entre a inocência e o fervor de uma guerra. A trama se passa numa guerra mundial, em que todos os lados permanecem sobre clima acalorado, Diana une-se ao exército americano a fim de colaborar para o término da guerra, logo apaixona-se pelo piloto do exército Steve Trevor durante a empreitada.

O que desejo atentar neste texto é o quanto somos “Mulheres Maravilhas”. Ainda que não sejamos originárias de Themyscira, todas – sem exceção alguma – somos mulheres fortes o suficiente, o que nos torna maravilhas neste mundo caótico. Em algum momento de nossas vidas, já perdemos o “amor” de nossas vidas e isso transformou a realidade em algo dolorido e difícil de lidar. Sei que provavelmente tenha desejado sumir por algum tempo, mas o dever a chamou e teve de regressar, ainda que cheia de chagas no peito.Quantas vezes você teve de lutar bravamente contra vilões reais? E eram tão maiores quanto o seu medo de falhar, e você sempre venceu!  

Diana Price existe desde meados da década de 40. Talvez você seja de 90 ou 2000, mas isso não te torna menos mulher maravilha. Sem o laço da verdade, mas sempre tem aquela intuição que te faz prezar pela verdade, ainda que seja dolorida e pesada. Sem o escudo, mas sempre tornando o próprio peito, um meio de rebater todas os ataques deste mundo tenebroso. Até mesmo sem uma espada capaz de destruir o inimigo, porém suas atitudes pontiagudas te protegem de toda maldade. E até mesmo sem os braceletes capazes de parar balas, entretanto já atiraram centenas de palavras contra ti e você rebateu todas elas. 

 

Por todos estes motivos, e tantos outros que só você pode listar, mostre ao mundo a mulher maravilha que você é!  

 

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