E que venham os fogos!

Leia ao som de Teenage Dirtbag, de Scala e Wheatus

Final de ano. De mais um ano da nossa coleção de acontecimentos chamada vida. Para uns, o momento ideal de fazer uma retrospectiva interna e ver o que deu certo, o que falta dar e o que precisa ser melhorado. Para outros, nada mais que uma simples virada de página no calendário imaginário que criamos para separar em períodos nossas grandes expectativas de crescimento e conquistas.

Já parou para pensar se nosso dia-a-dia não fosse dividido em ano, mês, dia, hora? Seria uma loucura total! Precisamos nos guiar à partir de uma linha do tempo, que vai reger de forma ordenada nossas ações, os acontecimentos e aniversários.

Passou carnaval, páscoa, noivado da melhor amiga, comemoração por aumento de salário e por aí vai…Passou tanta coisa, mas porque outras insistem em ficar? Ficam alguns medos de tentar, um certo mau humor pelas manhãs, ficam pessoas que deveriam ter ido (e foram), mas ainda moram num canto do seu coração que precisa ser faxinado.

Como deixar ir tudo que não queremos? Simples: aceitando que realmente não queremos. Ah vai, o que a gente não quer, a gente joga fora, recicla ou doa, não é? Então pare de achar que você não quer mais ser meio mandão (dona), porque você quer. Você quer chorar de noite pelo (a) cara (a) que veio, balançou seu coração e depois te esqueceu (chore, mas depois enxugue esse rosto que ninguém vale a sua paz, tá?). Quer muito continuar sendo legal demais com pessoas que são legais de menos. Esse (a) é você.

Certas coisas não mudam em um ano. Mas o que realmente vale é o esforço de tentar. E aceitar o que não pode ser transformado em tão pouco tempo, porque já nasceu com você. Julgamentos geralmente são muito cruéis, e julgar a nós mesmos (as) às vezes é mais cruel ainda. Tenha carinho quando tomar consciência que anda errando em algum ponto, pois só com amor próprio podemos nos melhorar. Isso pode até parecer papo de autoajuda, mas eu já testei e afirmo: Funciona!

Então, em 2018 (e em todos os próximos “anos novos”), vamos combinar uma coisa? Comemoremos as vitórias, as tentativas e o que queremos que fique! Comemoremos tudo, porque esse tudo é o que nos torna completos (as).

Paremos de nos culpar! Nem tudo segue uma linha reta, não existem receitas de felicidade à venda nas melhores drogarias! Façamos valer à pena cada dia desse calendário que criamos, vivendo os ciclos e sabendo fechá-los quando necessário.

E, para esse novo ano que está vindo embrulhado para presente, desejo que você ame mais a pessoa que você vê refletida no espelho. Julgue menos essa pessoa. Sorria mais para a vida e seja muito, mas muito mesmo, desmensuradamente FELIZ!

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