Resenha: Ri, mas – Juliana Cardoso

“Ri, mas” é aquele livro imprescindível para se ter dentro da mochila ou na mesinha de cabeceira. Leve, cheio de poesia cotidiana, que fala de primavera, oceanos, garfos e aranhas. Juliana Aguiar, carioca na casa dos 20 anos, estudante de Medicina dedica seu tempo “às letras, aos estudos e partilhas de sentimento”, como ela mesma…

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Quanto tempo você ainda tem?

Leia ao som de Oração ao Tempo, cantada por Maria Gadú. Isso mesmo, quanto tempo? Dizem que somos infinitos. Também dizem que só vivemos uma vez. Acho que somos infinitamente feitos de pequenos fragmentos de tempo, acontecimentos e emoções. Como se cada segundo vivido por nós na Terra fosse um pequeno universo. Viva tudo como…

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E que venham os fogos!

Leia ao som de Teenage Dirtbag, de Scala e Wheatus Final de ano. De mais um ano da nossa coleção de acontecimentos chamada vida. Para uns, o momento ideal de fazer uma retrospectiva interna e ver o que deu certo, o que falta dar e o que precisa ser melhorado. Para outros, nada mais que uma…

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Um conto de Natal – Parte Final

(Leia a Parte I, Parte II e Parte III) – Perdão, mas acho que você está me confundindo. Eu não, eu não poderia… – Vamos, você se atrasou demais! Precisamos chegar a tempo! A garotinha puxou Duda pelas mãos e juntas, mais uma vez, desapareceram e reapareceram em outro lugar. Duda não conseguia imaginar o…

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Um conto de Natal – Parte III

(Leia a Parte I e a Parte II) Leia ao som de Have Yourself a Merry Christmas, de Michael Bublé – Beatriz você MORREU? Duda ficou atônita. Se Júlio era o fantasma do Natal passado e estava morto (porque afinal para ser fantasma esse é o requisito básico), teria então a secretária do seu pai…

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Um conto de Natal – Parte II

(Leia a Parte I aqui.) Leia ao som de Christmas for you and me, de Drew Holcomb & The Neighbors – Deus? Hahaha! Não baby, meu nome é Júlio, prazer! Duda olhou em volta por mais alguns segundos. Nada ali fazia sentido pra ela. Pessoas com roupas antigas, que pareciam ter saído de um filme bem…

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Um conto de Natal – Parte I

Leia ao som de Christmas Wrapping – The Waitresses Véspera de Natal, 1987. Duda tinha 17 anos. Apesar de nova, ela já sabia muito bem como funcionava todos os natais na família Nogueira: troca de presentes caros entre parentes que não faziam questão de se falar ao longo de todo o ano, mas se esforçavam…

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No meu céu os navios podem voar

Eu já sonhei que navios voavam. Procurei no dia seguinte a explicação para esse tipo de sonho e não me recordo se achei algo que fazia sentido pra mim. Mas porque diabos a gente sempre quer dar sentido as coisas, afinal? Às vezes, sei lá, só de vez em quando, seria bom se a gente…

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Te amei em uma tarde de verão

Desde o dia em que meus olhos encontraram você na multidão de calouros do curso de Psicologia eu tive a certeza de que você seria o meu sol e a minha maior tormenta. Dizem que a gente sabe quando vai se apaixonar. Acho que soube ali. Você sorriu com aquele jeito de eterna primavera, com…

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